Ajudamos um stand a dar conta de mais trabalho com a mesma equipa.
Sem termos técnicos e sem rodeios. Se não se percebe em dez segundos, a explicação está mal feita — por isso está aqui em três tamanhos.
Ajudamos stands automóveis a vender e a trabalhar melhor, colocando colaboradores digitais a apoiar a equipa nas tarefas que hoje a deixam sobrecarregada.
Sabe aquele vendedor
a fazer tudo ao mesmo tempo?
Entra num stand e o mesmo vendedor está a atender uma pessoa, a responder a mensagens no telemóvel, a tratar de papelada e ainda a contactar clientes antigos.
É aí que começam a escapar vendas — não por falta de vontade, mas por excesso de tarefas em cima das mesmas pessoas.
O que fazemos é ajudar esses stands a organizar a operação e a colocar colaboradores digitais — que nunca dormem nem se esquecem — a tratar das tarefas repetitivas. Assim a equipa volta a focar-se no que importa: vender.
Como a AGSell entra
e o que muda a seguir.
Entramos e observamos
Percebemos como tudo funciona por dentro: quem faz o quê, por onde entram os clientes, onde se perde tempo.
Organizamos o processo
Primeiro arrumamos a forma de trabalhar. Só depois disso entra qualquer tecnologia.
Entram os colaboradores digitais
A responder logo a quem chega, a lembrar o acompanhamento e a manter tudo registado e organizado.
Juntamos o conhecimento
À medida que a empresa fica organizada, a informação importante passa a viver num só sítio — e os colaboradores digitais trabalham cada vez melhor.
No fundo, não vendemos um robô. Vendemos uma forma de a empresa dar conta de mais trabalho com a mesma equipa.
Um funcionário que nunca dorme e nunca esquece.
- Um recurso operacional que aumenta a capacidade da equipa.
- Tira tarefas repetitivas de cima das pessoas.
- Trabalha às 23h de sábado com a mesma disponibilidade das 10h de terça.
- Deixa o humano concentrado no que gera venda.
- Não é «um bot» que só responde a mensagens.
- Não substitui o vendedor — amplifica-o.
- Não é um programa que se compra e se instala e pronto.
- Não entra antes de o processo estar organizado.
Usamos inteligência artificial como ferramenta, mas o que entregamos é capacidade: a equipa passa a conseguir atender e acompanhar mais clientes sem se afogar em tarefas.
Três momentos
de uma semana normal.
A parte difícil de explicar um colaborador digital é que o trabalho dele não se vê. Vê-se o resultado. Estes são os três sítios onde ele aparece.
Chega um interessado quando o stand está fechado
Pergunta se o carro do anúncio ainda está disponível. Recebe resposta na hora — não uma mensagem automática a dizer que respondem no dia seguinte, mas a resposta à pergunta que fez. Fica com o essencial esclarecido, diz o que procura, e isso fica registado.
Na segunda-feira o vendedor não começa do zero: começa com um contacto já qualificado à espera.
Alguém que disse «vou pensar» é contactado outra vez
Não porque alguém se lembrou — porque estava definido que ao terceiro dia se volta a falar, e a mensagem sai com o contexto da conversa anterior, não um «bom dia, ainda tem interesse?».
É o passo que quase nunca acontece num stand ocupado, e é onde está a maior parte do negócio que se perde.
O dono olha para números que antes não existiam
Quantos contactos entraram, por onde entraram, quantos avançaram e em que ponto se perderam os outros. Não é um relatório bonito: é a informação que permite decidir onde investir no mês seguinte.
Antes disto, a resposta à pergunta «quantos contactos tiveste este mês?» era uma estimativa.
Nenhum destes três momentos exige que alguém da equipa faça alguma coisa a mais. É precisamente esse o ponto.